sábado, 13 de outubro de 2012

A canalhice mostra sua cara

Quando essa história de distorção começou a circular na delegacia do sintuperj, que culminou na elaboração da Tabela Frankenstein, nós denunciamos que isso era um engodo!

Pelos seguintes motivos:
1º Nunca houve distorção alguma. Em nenhum momento foi provado que os técnicos de 1 e 2 graus foram prejudicados quando dos aumentos na tabela do PCV;
2º A elaboração da Tabela Frankenstein aconteceu durante um processo eleitoral na UENF; havia forte indício de cooptação de parte dos técnicos, com a promessa de correção de quase 90% em algumas faixas.

Mostramos também que essa tabela era motivo de divisão da categoria: hoje estamos divididos entre nós técnicos, e entre técnicos e professores!
Com o tempo, as coisas vão ficando mais claras. Olhem um trecho da nota da delegacia do sintuperj divulgada após a estranha assembleia que pôs fim a greve dos técnicos. O trecho em questão se refere ao encontro da delegacia com o secretário de planejamento, no Rio:
 ...
Nesta reunião foi colocada a justificativa da reitoria em
relação ao processo da tabela:
1º – Reduzir a distância exorbitante que existe entre o nível D (nível superior) e os demais níveis (C, B e A) menores;
...
Ou seja, os técnicos de 1 e 2º não estão querendo apenas melhorar seus salários, que realmente estão defasados, como todos os salários da UENF! Eles estão incomodados com os salários dos outros (nesse caso, com os do pessoal de 3º)!

Não existe “distância exorbitante”! O que acontece é os técnicos de 3º possuem 4 faixas de acordo com seu nível de especialização ou tempo de serviço (graduação, especialização, mestrado e doutorado).

Claro, é mais fácil mentir e detonar uma parte dos colegas, para conseguir ganhos maiores mais rápidos, do que lutar para que todos tenham algum benefício! Dane-se a ética! Dane-se o coletivo!
Agora, se é para fazer "justiça", por que não questionam a “distância exorbitante” que existe entre os salários dos técnicos de 1 e 2º e os salários dos docentes?

23 comentários:

Anônimo disse...

É tão dificil olhar a tabela da UERJ. Dá uma olhadinha por favor e depois reflita seus comentarios. Abç

Anônimo disse...

Mas porra ! Desculpe o palavrão porém publique-o por favor: certamente há grande diferença entre os salários de um técnico de nível superior e um técnico de nível elementar por uma simples questão de anos de estudo, assim como há grande diferença salarial entre os salários de profesores universitários e auxiliares de serviços gerais da universidade. Isso é e sempre será assim.

O que proponho, haja vista as devcarações insanas de servidores e alguns professores desta universidade, é que, a partir de agora, os técnicos de nível superior reclamem a correção da distorção que existe entre o salário final do professor e o salário final do técnico de nível superior. Nesse caso, ambos são profissionais de nível superior e a diferença não deveria ser tão gritante.
Essa Associação dos técnicos de nível superior da UENF tem que se reunir com o reitor e colocar em pratos limpos essa questão da distorção.
Se existe distorção entre salários de TNS e TNM, TNF e TNE, existe também ampla e indiscutível distorção entre os salários dos professores e dos técnicos de nível superior. FATO !
CORRIJA-SE !

Anônimo disse...

A academia é louca ! Tantas asneiras são cogitadas aqui que me dá nojo !
Senão vejamos: li uma ata de reunião do CONSUNI na qual um professor disse reconhecer a enorme distância entre o salário final de um TNS e um TNM e que alguém deveria pagar por isso...
Ora ora, caro professor, esse seu socialismo às avessas, esse seu discurso benemérito pouco ético esbarra na seguinte questão: reconheces então a DISTORÇÃO INTERGALÁCTICA entre o teu salário de professor e o salário de um técnico de nível elementar ?
Preciso responder ?

Anônimo disse...

Essa frase "1º – Reduzir a distância exorbitante que existe entre o nível D (nível superior) e os demais níveis (C, B e A) menores", mais parece coisa de país COMUNISTA.
Pena que o COMUNISMO TUPINIQUIM não trabalhe a favor de todos, pois se assim o fosse, igualaria o salário de um auxiliar de serviços gerais com o salário de um professor. Seria bacana, ver faxineiros da UENF recebendo salários de professor titular.
Quem sabe um dia corrigem essa "distorção" social !

Anônimo disse...

I hate the dumbing down !

Anônimo disse...


FGV: cada ano de estudo pode elevar salário em 15%

Cada ano a mais de estudo de um trabalhador pode aumentar em 15% sua remuneração. Isto é o que aponta o Índice Você, divulgado hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e que toma como base os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007, produzida pelo do IBGE.

De acordo com o levantamento, o porcentual é resultado da diferença entre a remuneração dos dois extremos da pirâmide educacional: analfabetos e indivíduos com 18 anos de escolaridade. "O salário médio nacional de uma pessoa sem qualquer instrução é de R$ 401, enquanto o de um trabalhador com 18 anos de escolaridade chega a R$ 5.027. Isto dá uma diferença média anual de 15%", detalha Marcelo Neri, coordenador do índice.

As oportunidades de ocupação, no entanto, não crescem no mesmo ritmo da remuneração. Entre um analfabeto e um indivíduo com 18 anos de estudos, a diferença nas chances de o segundo conseguir emprego, em relação às chances do primeiro, cresce apenas 3,38% a cada ano.

O maior salto de remuneração ocorre quando um trabalhador de nível superior, com 15 anos de estudos, ingressa em uma pós-graduação. "Com apenas um ano a mais de estudo, os salários podem crescer 47,39%. As oportunidades (de emprego), porém, crescem em ritmo mais lento, de 1,26%", acrescenta o economista.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/economia,fgv-cada-ano-de-estudo-pode-elevar-salario-em-15,257053,0.htm

Anônimo disse...

Educação e diferenciais de salário.

De acordo com os dados da última PNAD, com dados de 2007 e 2008, quanto mais tempo de estudo, maior o retorno salarial. Na tabela ao lado aparece a estrutura de ensino no país, com os equivalentes de anos de estudo para cada nível de ensino. Ao terminar o Ensino Básico, que compreende os ensinos fundamental e médio, espera-se que o aluno tenha concluído 12 anos de estudo. Quase qualquer curso de nível superior seria suficiente para elevar o nível médio de educação acima do patamar de 15 anos de estudo. Por que isso é importante? Na apresentação que está em disponível nesse post, a última faixa de classificação de anos de estudo é “15 anos ou mais“, enquanto na outra ponta encontramos “sem instrução e menos de 1 ano” e outras 4 faixas intermediárias também.

Fonte: http://financasfaceis.wordpress.com/2009/10/29/educacao-e-salario/

Anônimo disse...

eu não vejo nenhuma greve na uenf,os tecnicos estão em casa,e os professores trabalhando normalmente na universidade,inclusive os que dizem fazerem parte do movimento.os tecnicos sò falam e criticam os professores,se querem defendem seus interesses,sò porque o professores resolveram manter suas atividades,queriam esperar mais um pouco para ficarem em casa,do que lutar pelo o que querem.fala serio.

Anônimo disse...

EU QUERO VER O PLANO DE CARGOS E VENCIMENTOS OFICIAL, POSTADO PELO GRH DA UERJ.
CADÊ ?

Saci disse...

É praticamente impossível comparar as funções, obrigações, direitos e deveres de um professor e um técnico qualquer, e o salário deve acompanhar esta enorme diferença. Sugiro na nova tabela do PCV a correção para aumentar a diferença entre o inicial do professor e final do TNS, para valorizar ainda mais a função do docente.

UENFECAFIFADO disse...

Quanto aos sabidões de plantão deixo aqui intens para a reflexão:
Em primeiro lugar, os docentes deveriam se portar como pessoas corretas pois deveriam dar o exemplo, ao inves de cobrar DE peçam reajuste salarial para todas as categorias, pois ao contrario da UERJ, a UENF já foi pleiteada anteriormente, basta consultar o edital dos concursos que aqui foram realizados...vamos ser homens e deixar esta palhaçada de lado...juridicamente voces não tem direito algum em aumento alegando que não recebem DE...peça aumento salarial, pois essa não cola e governo já viu isso!!!;
Em segundo, o PCV uenf é regido por uma lei, e, nela esta inserida a questão de isonomia salarial, por isso que no ultimo aumento foi dado o mesmo reajuste para todos...se fugir disso o governo corre o risco de ações judiciais (trabalhistas), então vamos lutar para que todos tenham um aumento decente e não ficar cada um puxando a sardinha para o lado que lhe convém;
E por ultimo, seu "SACI" tenha um pouco mais de respeito pelas demais categorias, pois os técnicos, sejam eles de qualquer nível, são profissionais concursados e nenhuma universidade deste pais funciona apenas com professores, pois ela precisa de todos os profissionais, estes técnicos não são nenhum qualquer como voce os denominou...vc como professor devia dar o exemplo e não discriminar as pessoas....Caros colegas de todas as categorias...ja perdemos muito tempo brigando, e é isso que o governo deseja e vai empurrar até a copa de 2014 o nosso aumento...ou nos unimos ou vamos ficar sem reajuste salarial, pois DE e DISTORÇÃO não vem não!!! Por Falar em Distorção....a pessoa que fomentou esta idéia esta bem tranquila em uma fundação, recebendo os valores de seu cargo em comissão enquanto os docentes e tecnicos da uenf brigam entre eles....acorda comunidade Uenfiana!!

Anônimo disse...

"técnico qualquer"

uauauauauauauaua!

Sugiro que os professores levem seu socialismo moreno à risca, ou seja, que seus salários se igualem aos salários do auxiliar de serviços gerais.

Anônimo disse...

Sugiro hoje, dia do professor, que um professor da rede pública de ensino, que não tem bolsistas para fazer o trabalho pesado dele, que não tem mestrandos e doutorandos pra dar aula para ele e que não tem técnicos administrativos para lhe auxiliar, receba o mesmo salário que um professor universitário.
Boa proposta !

Saci disse...

Deve ser cobrado do técnico e professor que eles exerçam suas atividades e funções. A partir daí, deve-se atribuir os devidos vencimentos. Chega de desvio de função, omissão. Aluno e técnico não podem dar aula, com exceção de bolsista Capes. Professor não deve perder tempo com funções fora de atividades de ensino e extensão - pesquisa é opcional. E as diferenças de salários são proporcionais com as funções e responsabilidades de cada categoria. O tne quer subir? Estude e qualifique. E assim para todos que almejam algo melhor. O pcv deve ser revisto bem como a DE implementada. simples.

Anônimo disse...

Enquanto quebramos o pau aqui, o Governo dá risada de lá.

Uenfezado disse...

Disse tudo!

Anônimo disse...

Vamos lutar por isonomia, a única solução viável a todos. E só assim teremos força para lutar com este governo autoritário. União já

Anônimo disse...

Mas isonomia é coisa ditatorial. São universidades em cidades diferentes e pessoas com necessidades diferentes. Não acho válida essa idéia não.
O governo federal, por exemplo paga o mesmo salário para um professor do Jequitinhonha e outro, que trabalha em São Paulo. O que acontece ? Custos de vida diferentes, modos de vida e costumes diferentes, gastos diferenciados, enfim, não dá para padronizar a humanidade né ?

Anônimo disse...

Isonomia é coisa de quem quer FEUDALIZAR ainda mais a UENF!!!

Anônimo disse...

Os professores estão "trabalhando normalmente"????
Então cadê as aulas!!!!!
São uns hipócritas!!!
Estão só esperando nova conversa fiada de receberem bolsa ou sacola de produtividade. Seria melhor concorrer a um carro no Super Bom!

Anônimo disse...

Bem que quiseram padronizar a humanidade... os COMUNISTAS de plantão.

I hate the academy Gramscian !

Anônimo disse...

Isonomia é o KCT, tá faltando é uma parte do cérebro de quem inventou essa babozeira.Enfia essa "isonomia no feofó".

Anônimo disse...

BANCO DO BRASIL ABRE VAGAS PARA NÍVEL MÉDIO.

O Banco do Brasil abriu concurso para formação de cadastro de reserva para o cargo de escriturário em 15 estados, são eles, Amapá, Amazonas (parte do estado), Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina (parte do estado) e Sergipe. O candidato deve ter ensino médio e idade mínima de 18 anos completos até a data da contratação. O salário é de R$ 1.892,00 para jornada de trabalho de 30 horas semanais. O preenchimento das vagas está sujeito às necessidades estratégicas do Banco do Brasil.

Edital em
http://br.educacao.yahoo.net/archive/205/edital_de_abertura_de_inscricoes_2012_03_dou_publicado.pdf