Nos anos 70/80 do século
passado, as usinas da região mantinham uma cooperativa (Cooperflu). Esta
cooperativa contraía empréstimos no Brasil e no exterior e repassava o dinheiro
para seus cooperados, ou seja, os usineiros. O fim desta história é a seguinte:
os usineiros não conseguiram pagar os empréstimos para a Cooperativa e,
portanto, a mesma não pagava seus credores. Os usineiros se desfiliaram da
cooperativa e a cooperativa faliu/fechou. Quem ficou com o “mico”?
A “viúva” claro! Ou no
português claro: todos nós cidadãos tivemos que bancar esta dívida de alguma
forma (aumento nos impostos, aumentos da gasolina, inflação, etc)!
Eu estou falando somente de
empréstimos! Se contabilizasse impostos não pagos como ICMS, IPI, bem como
repasse para o FGTS, entre outros, nem se vendessem 2 vezes o patrimônio a
conta fechava!
Por tanto, nada mais do que
justo que o governo tome as terras de usinas devedoras e faça o que bem
entender com elas, como a reforma agrária, por exemplo!